segunda-feira, 19 de julho de 2010

Isso não é uma crítica







Três anos após ser feito, finalmente "À prova de Morte" chega nos cinemas daqui. O filme não tem nenhuma pretensão de ser levado a sério, na verdade quer ser trash. Mas isso não significa que é ruim.  Como é do Tarantino a fotografia é linda, a trilha sonora é muito boa, e o terror acaba sendo engraçado. Ou seja, ele conseguiu fazer uma história trash não ser trash, mas parecer muito com uma. Com pequena duração (90 minutinhos), não segue um roteiro bem elaborado (mas tem cenas muito boas), nenhuma surpresa muito grande acontece (mentira), e é até bem cronológico para um filme do Tarantino (isso é verdade), mas essa era a proposta

O filme é uma homenagem aos filmes de horror dos anos 70, e tem como único objetivo ser divertido. Por isso abusa nas cenas de ação e nas mulheres bonitas com figurinos peculiares (e curtos), com direito até a uma lap dance!
A história é sobre o serial killer Stuntman Mike (Kurt Russell) que persegue moças bonitas com seu carro à prova de morte, mas o grande destaque são as vítimas e não o assassino. A apresentação da personalidade de cada moça entra com os famosos diálogos que são de praxe nos filmes do diretor. Uma delas é interpretada pela dubê profissional Zöe Bell, que trabalhou em filmes como Kill Bill e Bastardos Inglórios, e é responsável pelas cenas de maior ação do longa.
Não vou contar o filme, nem dar detalhes mais aprofundados, só digo uma coisa importante: Não compre seu ingresso pensando que vai assistir algo no estilo Pulp Fiction, porque não vai. Compre-o consciente de que é um filme trash bonito, divertido e louco.

3 comentários:

Tiago Paiva disse...

hum gostei da sua (naum?) crítica, apesar de achar que assisti a 30 minutos a mais do que você. e to escrevendo a minha crítica do filme agora..ou naum critica ...ah sei lah.

fdots disse...

eu apoio filmes em que mulheres de celulite e "buchinho" ainda assim são super-gostosas-pra-dedéu! e se for do tarantino, melhor ainda XD

Deborah disse...

o tarantino é tão maravilhoso que faz filmes fantásticos mesmo quando queria fazer um filme ruim. e, ah, adoro os diálogos dele.